11 junho, 2021


[Seriando um Pouquinho] Lupin - Parte Um


Sinopse: Assane Diop é o perfeito cavalheiro por fora. Mas há nele um gênio do crime, inspirado nas aventuras do personagem fictício Arsène Lupin. O livro sobre o elegante ladrão fez de Assane o que ele é: um homem com o poder de roubar quase tudo que quiser - e com estilo. Mas Assane tem outro plano. Ele quer vingar seu pai, que acabou inocentemente na prisão vinte e cinco anos atrás e cometeu suicídio. Assane agora está fazendo todo o possível para localizar o culpado, Hubert Pellegrini.

Hoje estreia a parte dois da série Lupin, na Netflix, então, antes tarde do que mais tarde, vamos falar da parte um, hahaha.

Embora a obra do francês Maurice Leblanc esteja em domínio público há anos, eu não conhecia sequer o nome de seu personagem Arsène Lupin, que ficou mais famoso do que o próprio autor. Criado sob encomenda pelo editor da publicação mensal Je sais tout, o personagem era e continua sendo frequentemente mencionado como homólogo do personagem Sherlock Holmes, do inglês sir Arthur Conan Doyle.

Bem, depois de ter assistido os cinco episódios da primeira parte desta série, fiquei curiosa para conhecer Lupin, um homem inteligente e mestre nos disfarces, utilizando anagramas para compor os nomes de seus personagens, eles conseguia roubar praticamente qualquer coisa, em qualquer lugar, e sem levantar suspeitas.

Assane Diop (Omar Sy), o protagonista da série, descobriu o personagem no início da adolescência, tempo depois que ele e o pai deixaram Senegal e fixaram residência na França e tornou-se um fã. Entretanto, de início não percebemos como isso conduzirá sua vida.

Babakar Diop (Fargass Assandé) era motorista da família Pellegrini e, em cenas de flashback, vemos algumas cenas que demonstravam o racismo dos patrões em relação a ele e a Assane, bem como a acusação de ter roubado um colar caríssimo, conhecido como o “colar da rainha”, acusação essa que o levou à prisão e, sendo imigrante e negro não ajudava em nada a sua causa.



Incriminado injustamente e vítima de uma armação, Babakar assinou uma confissão, que o levou ao suicídio, deixando Assane órfão e acreditando por vinte e cinco anos que seu pai era um ladrão. Ao longo dos anos Assane usou Arsène Lupin como um método para os seus golpes, mas agora descobriu uma pista que pode inocentar seu pai, o que ele não acreditava até então ser verdade.

Ao longo dos cinco episódios, que foram nomeados como capítulo 1, capítulo 2, até o 5, temos várias cenas de flashback para mostrar a formação de Assane, como cresceu, como conheceu a ex-mulher, como a relação se desgastou e o porquê, como é a relação com o filho, além de como continua com seu “trabalho”. 



Ainda que eu não conheça muito da série de livros do personagem, a série é muito explícita em relação a isso, até porque, além de Assane, há um policial que também é fã do personagem e começa a ver que o crime que investigam, o roubo do “colar da rainha” tem muito a ver com seu ídolo literário, ainda que mais ninguém acredite nisso. Anagramas dos nomes dos envolvidos sempre formando o nome Arsène Lupin, a forma como o roubo aconteceu e as situações decorrentes. Os livros de Arsène aparecem várias vezes na série, Assane fala explicitamente das referências, como o fato de seu filho, Raoul (que por sinal foi um dos muitos nomes adotados por Lupin), ter nascido em 11 de dezembro, data do aniversário de Maurice Leblanc.

Eu curti muito a série, e devorei rapidamente, afinal, são poucos e curtos episódios, que me deixaram intrigada com Assane e seu carisma, que inicialmente está planejando um golpe, mas vemos sua atenção mudar para uma investigação sobre o que de fato aconteceu vinte e cinco anos atrás: por que seu pai foi incriminado do roubo do “colar da rainha”? Ele foi escolhido aleatoriamente ou estava no lugar errado, na hora errada? O que o espera mais a frente depois de mexer em uma história que envolve pessoas poderosas e influentes? E aquele final? Como já saiu o trailer da parte dois, certamente vocês já sabem que Pellegrini sequestrou Raoul, como Assane salvará o filho das garras de um homem tão poderoso que vem manipulando tantos meios e tantas pessoas a tanto tempo?

Que venha a parte dois!



Elenco:
Omar Sy como Assane Diop
Ludivine Sagnier como Claire 
Etan Simon como Raoul
Hervé Pierre como Hubert Pellegrini
Nicole Garcia como Anne Pellegrini
Clotilde Hesme como Juliette Pellegrini
Antoine Gouy como Benjamin Ferel
Vincent Garanger como Gabriel Dumont
Soufiane Guerrab como Youssef Guedira
Vincent Londez como capitão Romain Laugier
Shirine Boutella como Sofia Belkacem
Anne Benoît como Fabienne Beriot
Adama Niane como Léonard Koné 
Fargass Assandé como Babakar Diop
Mamadou Haidara como Assane Diop jovem
Ludmilla Makowski como Claire jovem
Lea Bonneau como Juliette Pellegrini jovem
Johann Dionnet como Gabriel Dumont mais jovem
Comentários
4
Compartilhe

24 julho, 2020


[Filmes] The Old Guard


Sucesso ou fracasso? Netflix revela números de The Old Guard e fãs ...

E quando a gente achou que 2020 não ia ter mais nenhum filme baseado em quadrinhos, a Netflix joga no nosso colo toda a glória que é The Old Guard. Pra quem só esperava duas horas de Charlize Theron empunhando um machado de duas lâminas, o filme é uma grata surpresa e tudo o que a gente pede pros filmes de herói/ação há anos.

A história segue um grupo de guerreiros imortais, em parte mercenários, em parte lutando pelo que acham certo, enquanto tentam se manter longe dos holofotes. Então duas coisas acontecem: uma nova imortal surge e o grupo é confrontado com um inimigo que pode revelá-los para o mundo.

The Old Guard está entre os 10 filmes mais vistos na Netflix
"chegou o assunto"
A líder do grupo é Andy, a mais velha. Uma lutadora exímia (eu já falei que a Charlize Theron usa um machado de batalha nesse filme? *tô apaixonada*), que parece cansada de tanta batalha. Além disso temos Joe (Marwan Kenzari), a força bruta. Um excelente combatente e metade de um dos melhores casais do cinema da ação. Nicky (Luca Marinelli) é a memória do grupo. É ele quem guarda as histórias e parece ser o melhor cozinheiro (além de ser a outra metade desse casal maravilhoso). Já Booker (Matthias Shoenaerts) foi o que melhor se adaptou a tecnologia, então ele é o responsável por lidar com qualquer coisa mais tecnológica que o grupo precise. E por fim temos Nile (Kiki Layne). Teimosa e de raciocínio rápido, a novata é extremamente habilidosa em combate.

É muito interessante ver como esses personagens interagem, como eles se conhecem tão bem e são tão amigos depois de tantos anos. Até mesmo a forma como eles são afetuosos uns com os outros, uma coisa difícil de ver em filmes de ação. Além disso, The Old Guard é o primeiro filme baseado em quadrinhos a ser dirigido por uma mulher negra, a Gina Prince-Bythewood, que fez um trabalho excelente em equilibrar as cenas de ação e as mais emotivas. E faz toda a diferença ter uma mulher na direção: às personagens femininas são bem exploradas e não sofrem com a hipersexualização tão comum em longas dirigidos por homens.

O filme conta com cenas de luta muito bem coreografadas e foi muito difícil escolher duas favoritas. Mas eu vou ter que dar destaque para cena do avião e para batalha final. Cada personagem tem um estilo de combate e as estratégias que eles usam durante as cenas de luta expõe muito de suas personalidades. A gente consegue entender melhor cada um deles a partir da forma como eles lutam e as cenas não estão lá de graça, elas ajudam a avançar a trama.

Netflix oferece assinatura vitalícia a quem vencer jogo sobre 'The ...
parece muito com o amor da minha vida
Eu não podia fazer uma resenha the The Old Guard sem separar um parágrafo pra falar sobre Joe e Nicky (qual o nome do shipp deles, por sinal?), a maior meta de relacionamento da história dos filmes de ação. Enquanto muitos filmes deixam subentendido que seus personagens são LGBTIA+ ou relatam seus casais a uma cena de três segundos que pode ser removida do filme sem nenhum dano (sim, Disney, eu estou olhando pra você), The Old Guard não deixa você esquecer que Nicky e Joe são um casal. Eles têm todos aqueles momentos que são reservados pra casais hétero em filmes: demonstrações de afeto, declaração de amor, uma história bonita. O relacionamento deles não é só um detalhezinho, é parte da motivação deles. Uma relação saudável e linda e eu já quero uma minissérie sobre a história deles.

Vai ser difícil se contentar com menos do que The Old Guard daqui pra frente. Quando a gente sabe como um bom filme de ação pode ser, é mais difícil ficar satisfeito com o que a gente vê todo dia. Eu espero sinceramente que esse filme faça sucesso e a Netflix anuncie logo o próximo porque eu já preciso de uma continuação, um prólogo e uma série.

Numa escala de uma a cinco Charlize Theron sendo uma atriz fenomenal, o quanto eu gostei do filme:

Classic American films: Monster – Charlize Theron's superb ...Dark Places | Veja Charlize Theron na primeira foto da adaptaçãoImperator Furiosa | Mad max costume, Mad max fury road, Max costumeif your colors were like my dream… | Sweet november, Manic pixie ...Monkey (Kubo and the Two Strings) | Heroes Wiki | Fandom

(Monster: Desejo Assassino, Lugares Escuros, Mad Max: Estrada da Fúria, Doce Novembro, Kubo e as cordas mágicas)
Comentários
5
Compartilhe

09 março, 2020


[Cinema] Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa




Resultado de imagem para birds of prey

De uns tempos pra cá, parece que todo filme de herói quer ganhar um Oscar. Todo filme (e nisso a DC tem mais culpa que todo o mundo) tem que ser sério e sombrio, literal e figurativamente. Essa se provou a grande falha do DCEU (o Universo Estendido da DC) e não precisa fazer muita pesquisa pra descobrir que os filmes mais populares entre fãs e críticos são justamente os mais leves e divertidos (fora a trilogia do Nolan, claro). O sucesso de Mulher Maravilha e Shazam prova que os fãs gostam de histórias leves e cheias de ação.

É no rastro dos filmes mais populares do DCEU que Aves de Rapina se apoia, pegando tudo o que deu errado em Esquadrão Suicida (o pior de todos) e consertando. Se no filme anterior a Arlequina era a única personagem feminina do grupo, relegada ao papel de smurfette, aqui temos quatro mulheres e uma menina que representam tipos diversos de personagens. Há espaço para uma representatividade muito mais ampla simplesmente porque há mais personagens para elaborar. Cada uma das moças do grupo tem uma personalidade distinta e um objetivo diferente, além de um estilo de luta específico. Arlequina, por exemplo, luta de forma bastante acrobática, como uma ginasta; já Canário Negro tem movimentos mais focados em chutes e a especialidade se Renee Montoya são os socos. Enquanto no anterior a Arlequina era hipersexualizada nem necessidade nenhuma, neste ela continua sendo sensual mas sem as roupas antipráticas e os ângulos de filmagem que não fazem o menor sentido.

Resultado de imagem para birds of prey

Sai também o clima sinistro e presunçoso e entra um estilo que se aproxima muito dos quadrinhos, com a abertura em animação e a narração no sotaque fofo que é muito parecido com o da Arlequina do desenho (onde ela surgiu, por sinal). A Gotham do filme ainda é cheia de crime e tragédia, mas agora com cores vibrantes e música de festa, já que vemos a cidade pelos olhos da protagonista. Os efeitos na tela e os exageros cômicos também fazem referência aos quadrinhos e o desenho. Enquanto o trailer de ES vendeu o filme como maravilhoso e ele foi uma decepção, o trailer de BOP (sigla pro título original, Birds of prey) não faz jus ao filme.

O longa tem um roteiro bem amarradinho, que segue quatro mulheres e uma criança numa saga pra escapar de um criminoso manipulador e egocêntrico. Todas elas entraram no caminho dele de alguma forma e precisam se juntar pra encarar essa ameaça. Além disso temos o processo de cura de Arlequina, finalmente livre de uma relação abusiva com o Coringa e descobrindo quem ela é fora deste relacionamento. É um tópico incomum pra filmes de ação mas que faz todo o sentido dentro da construção da personagem. Sem nenhum spoiler, o que dá pra contar do enredo é que Arlequina (Margot Robbie) virou alvo de bandidos depois do término e é perseguida por Roman Sionis (Ewan McGregor, que nunca se divertiu tanto fazendo um filme, ao que parece). Ele está sendo investigado por Renee Montoya (Rosie Perez) e emprega Dinah Lance/Canário Negro (Jurnee Smollet-Bell) como cantora em sua boate. Caçadora (Mary Elizabeth Winstead) e Cassandra Cain (Ella Jay Basco) também vão ser arrastadas pra essa encrenca toda. E não deve ser por acaso que, num filme com tantas protagonistas femininas, o inimigo seja justamente uma personificação da masculinidade tóxica, que tenta a todo custo tirar o poder de escolha das mulheres à sua volta.

Resultado de imagem para birds of prey

As atuações são impecáveis, a começar por Margot Robbie, que nasceu pra interpretar a Arlequina. A atriz, que também é produtora do filme, transborda todo o carisma da personagem que é o coração do filme. Ela é exagerada ou sutil na medida certa, acertando o equilíbrio de uma péssima em que poderia ter sido um desastre nas mãos erradas (sim, Jared Leto, eu estou olhando pra você). Cada uma das heroínas é interpretada de forma excepcional e, mesmo tendo sentimentos conflitantes em relação à caracterização de Montoya (minha personagem de quadrinhos favorita), preciso admitir que Pérez fez um bom trabalho com ela. Ewan McGregor parece ser a única escolha possível para interpretar Sionis, o vilão flamboyant e absolutamente cruel.

BOP é um filme visualmente lindo e alegre, com cores brilhantes e música divertida, como deve ser o interior da cabeça da Arlequina. O detalhe mais especial fica por conta das cenas de combate, coreografadas de forma espetacular (eu posso ser suspeita pra falar, porque qualquer filme que tenha uma cena de luta ao som de Barracuda já ganha meu coração). Além de enaltecerem os pontos fortes de cada personagem, elas são empolgantes e bonitas (apesar do sangue).

Resultado de imagem para birds of prey

BOP é um dos três melhores filmes do DCEU (no meu coração, tá empatado com Mulher Maravilha), um excelente filme de ação e uma incrível adaptação de quadrinhos. Vale cada centavo e é importante que a gente tenha mais histórias não só protagonizadas por mulheres mas escritas, dirigidas e produzidas por mulheres. Até mesmo entre os filmes baseados em quadrinhos, que continuam sendo um meio muito machista.

Numa escala de uma a cinco personagens femininas da DC que merecem um filme solo, o quanto eu gostei de BOP:

      Resultado de imagem para batwoman comicsResultado de imagem para question renee montoyaResultado de imagem para power girl dc comicsResultado de imagem para raven teen titansResultado de imagem para barbara gordon oracle
(Batwoman, Questão, Poderosa, Ravena e Bárbara Gordon)
Comentários
1
Compartilhe

13 junho, 2019


No Escurinho do Cinema #300


E aí pessoal, tudo bem??
Vamos conhecer os filmes dessa semana?

MIB: Homens de Preto – Internacional
Direção: F. Gary Gray
Elenco: Tessa Thompson, Chris Hemsworth, Liam Neeson
Gênero: Ficção científica, Ação
Duração: 1h55min
Nacionalidade: EUA
Sinopse: Por décadas a agência Homens de Preto protegeu a Terra da escória do universo, mas agora precisa lidar com a maior das ameaças: um traidor, justo quando a agência torna-se internacional. É neste contexto que Em (Tessa Thompson) tenta se tornar agente, já que teve uma experiência extraterrestre quando jovem e não teve sua memória apagada. Quem irá auxiliá-la nesta jornada é o atrapalhado agente H (Chris Hemsworth).


A Lenda de Golem
Direção: Doron Paz, Yoav Paz
Elenco:Hani Furstenberg, Ishai Golan, Brynie Furstenberg
Gênero: Terror
Duração: 1h35min
Nacionalidade: Israel
Sinopse: Desde que perderam um bebê, o que Hanna (Hani Furstenberg) e seu marido Benjamin (Ishai Golan) mais querem é tentar ter outro filho. Para tal, ela conta com a fé que tem em Deus, e por isso estuda diariamente a Torá, mesmo que na comunidade aonde viva essa prática seja restita aos homens. Quando uma epidemia assola a região e a culpa recai imediatamente sobre os judeus, Hanna tenta usar de seu misticismo para convocar um golem, sem saber que a criatura é muito mais perigosa do que pensa.



Dor e Glória
Direção:
Pedro Almodóvar
Elenco: Antonio Banderas, Asier Etxeandia, Leonardo Sbaraglia
Gênero: Drama
Duração: 1h52min
Nacionalidade: Espanha
Sinopse: Salvador Mallo (Antonio Banderas) é um melancólico cineasta em declínio que se vê obrigado a pensar sobre as escolhas que fez na vida quando seu passado retorna. Entre lembranças e reencontros, ele reflete sobre sua infância na década de 1960, seu processo de imigração para a Espanha, seu primeiro amor maduro e sua relação com a escrita e com o cinema.




Fora de Série
Direção: Olivia Wilde
Elenco: Beanie Feldstein, Kaitlyn Dever, Billie Lourd
Gênero: Comédia
Duração: 1h45min
Nacionalidade: EUA
Sinopse: Duas grandes amigas conhecidas por serem os maiores prodígios da escola estão prestes a terminar o ensino médio. Faltando poucos dias para o grande momento, elas percebem que estão arrependidas por terem estudado tanto e se divertido tão pouco. Determinadas a não passarem por todo esse tempo sem nenhuma diversão, elas decidem correr atrás dos 4 anos perdidos em apenas uma noite.


Eu Não Sou uma Bruxa
Direção: Rungano Nyoni
Elenco: Margaret Mulubwa, Henry B.J. Phiri, Gloria Huwiler
Gênero: Drama
Duração: 1h34min
Nacionalidades: Reino Unido, França, Zâmbia
Sinopse: Depois de um incidente banal em sua vila, a menina de 8 anos Shula (Maggie Mulubwa) é acusada de bruxaria. Depois de um rápido julgamento, a garota se torna culpada e é levada em custódia pelo Estado, sendo exilada para um campo de bruxas no meio do deserto. No local, ela passa por uma cerimônia de iniciação em que aprende as regras da sua nova vida como bruxa. Como as outras residentes, ela é amarrada em uma grande árvore, sendo ameaçada de ser amaldiçoada e de se transformar em uma cabra caso corte a fita.


E então, o que querem assistir?
Comentários
1
Compartilhe

30 maio, 2019


No Escurinho do Cinema #298


E aí pessoal, tudo bem??
Vamos conhecer os filmes dessa semana?

Rocketman
Direção: Dexter Fletcher
Elenco: Taron Egerton, Jamie Bell, Richard Madden
Gênero: Biografia, Comédia Musical
Duração: 2h01min
Nacionalidade: Reino Unido
Sinopse: A trajetória de como o tímido Reginald Dwight (Taron Egerton) se transformou em Elton John, ícone da música pop. Desde a infância complicada, fruto do descaso do pai pela família, sua história de vida é contada através da releitura das músicas do superstar, incluindo a relação do cantor com o compositor e parceiro profissional Bernie Taupin (Jamie Bell) e o empresário e o ex-amante John Reid (Richard Madden).


Godzilla II: Rei dos Monstros
Direção: Michael Dougherty
Elenco:Kyle Chandler, Vera Farmiga, Millie Bobby Brown
Gênero: Ação, Ficção Científica
Duração: 2h12min
Nacionalidade: EUA
Sinopse: Nesta continuação que se passa cinco anos após Godzilla (2014), os integrantes da agência Monarch precisam lidar com a súbita aparição de vários monstros, incluindo Mothra, Rodan e Ghidorah. Enquanto buscam uma aliança com o próprio Godzilla a fim de garantir o equilíbrio da Terra, os humanos acabam fazendo parte de uma grande disputa por poder protagonizada por titãs.



Ma
Direção:
Tate Taylor
Elenco: Octavia Spencer, Diana Silvers, Juliette Lewis
Gênero: Suspense
Duração: 1h40min
Nacionalidade: EUA
Sinopse: Maggie (Diana Silvers) e seus amigos, todos menores de idade, estão tentando descolar bebidas alcoólicas em um mercado quando conhecem Sue Ann (Octavia Spencer), uma mulher adulta que usa sua identidade para ajudá-los. Além de comprar as bebidas, ela decide oferecer sua casa para que eles organizem uma festa com o pessoal do colégio. Os eventos acabam se tornando uma rotina do grupo, até que os jovens começam a identificar um comportamento estranho da dona da casa, que se torna cada vez mais controladora e obsessiva.





Anos 90
Direção: Jonah Hill
Elenco: Sunny Suljic, Katherine Waterston, Lucas Hedges
Gênero: Comédia dramática
Duração: 1h24min
Nacionalidade: EUA
Sinopse: Aos 13 anos, Stevie (Sunny Suljic) é um garoto de Los Angeles tentando curtir o início da adolescência enquanto tenta relevar o relacionamento abusivo com o irmão mais velho. Em plena década de 1990, ele descobre o skate e aprende lições de vida com o seu novo grupo de amigos.


Compra-me um Revólver
Direção: Julio Hernández Cordón
Elenco: Matilde Hernandez, Ángel Leonel Corral, Fabiana Hernandez
Gênero: Drama
Duração: 1h24min
Nacionalidade: México
Sinopse: Em um mundo cheio de violência, onde as mulheres se prostituem e são mortas, uma garota usa uma máscara do Hulk e uma corrente no tornozelo para esconder seu gênero, e ajuda o pai, um viciado atormentado, a cuidar de um campo de beisebol abandonado, onde os traficantes jogam. Um dia, o pai da menina é chamado para tocar em uma festa organizada por um traficante e ele não tem escolha senão levar sua filha junto. No dia seguinte, Hulk acorda cercada pelo caos e pela morte e precisa lutar por sua liberdade.


E então, o que querem assistir?
Comentários
2
Compartilhe

09 maio, 2019


No Escurinho do Cinema #295


E aí pessoal, tudo bem??
Todo mundo curioso para conhecer os filmes dessa semana? Então vem conferir as estreias. 😍😍

Cemitério Maldito
Direção: Kevin Kölsch, Dennis Widmyer
Elenco: Jason Clarke, Amy Seimetz, John Lithgow
Gênero: Terror
Duração: 1h41min
Nacionalidade: EUA
Sinopse: A família Creed se muda para uma nova casa no interior, localizada nos arredores de um antigo cemitério amaldiçoado usado para enterrar animais de estimação - mas que já foi usado para sepultamento de indígenas. Algumas coisas estranhas começam a acontecer, transformando a vida cotidiana dos moradores em um pesadelo.


Pokémon: Detetive Pikachu
Direção: Rob Letterman
Elenco:Philippe Maia, Justice Smith, Kathryn Newton
Gênero: Aventura, Ação
Duração: 1h45min
Nacionalidades: EUA, Japão
Sinopse: O desaparecimento do detetive Harry Goodman faz com que seu filho Tim (Justice Smith) parta à sua procura. Ao seu lado ele conta com Pikachu, o antigo parceiro Pokémon de seu pai, que perdeu a memória recentemente. Juntos, eles percorrem as ruas da metrópole de Ryme City, onde humanos e Pokémon vivem em harmonia... por enquanto.



A Menina e o Leão
Direção:
Gilles de Maistre
Elenco: Daniah De Villiers, Mélanie Laurent, Langley Kirkwood
Gênero: Drama, Aventura, Família
Duração: 1h37min
Nacionalidades: França, Alemanha, África Do Sul
Sinopse: Mia (Daniah De Villiers) é uma jovem de 14 anos que desde pequena tem uma profunda amizade com Charlie, um leão branco da fazenda de sua família. Quando seu pai decide vender Charlie para caçadores de troféus, Mia não vê outra opção além de fugir com o leão para salvá-lo.





Mormaço
Direção: Marina Meliande
Elenco: Marina Provenzzano, Pedro Gracindo, Analú Prestes
Gênero: Drama, Fantasia
Duração: 1h36min
Nacionalidade: Brasil
Sinopse: Ana (Mariana Provenzzano) é uma defensora pública que trabalha contra a remoção da Vila Autódromo, comunidade da zona oeste do Rio de Janeiro que a prefeitura deseja riscar do mapa em virtude das instalações esportivas das Olimpíadas de 2016. Ela mesma correndo risco de perder sua casa por conta da especulação imobiliária que assola a cidade, Ana, cada vez mais cansada por conta do clima e da árdua luta, de repente percebe o surgimento de marcas misteriosas em seu corpo.

Mademoiselle Paradis
Direção: Barbara Albert
Elenco: Maria-Victoria Dragus, Devid Striesow, Lukas Miko
Gênero: Drama, Histórico
Duração: 1h37min
Nacionalidades: Alemanha, Áustria
Sinopse: Viena, século XVII. Maria Theresia Paradis (Maria-Victoria Dragus) é uma jovem cega extremamente habilidosa no piano. Na esperança de conseguir curar sua cegueira, seus pais a levam até o dr. Mesmer (Devid Striesow), um médico que explora métodos alternativos. Após bastante dedicação, ele descobre que Maria na verdade tem gota e consegue fazer com que ela volte a enxergar. É quando a jovem precisa redescobrir o mundo, já que desde a infância apenas ouvia os sons do que estava ao redor de si.


A Vida de Diane
Direção: Kent Jones
Elenco: Mary Kay Place, Jake Lacy, Estelle Parsons
Gênero: Drama
Duração: 1h35min
Nacionalidade: EUA
Sinopse: Diane (Mary Kay Place) é uma viúva na casa dos setenta anos cuja vida é ditada pela necessidade dos outros. Ela passa seus dias levando comida para moradores de rua, visitando amigos no fim de suas vidas e tentando desesperadamente se conectar com seu filho viciado em drogas. Conforme ela vai perdendo essas peças de sua existência, ela se vê obrigada a olhar para si e confrontar sua própria identidade.



E então, o que querem assistir?
Comentários
1
Compartilhe

04 maio, 2019


[Cinema] Vingadores: Ultimato

“Parte da jornada é o fim.”
Tony Stark
Resultado de imagem para avengers endgame

Foram onze anos de preparação, desde o primeiro Homem de Ferro (2008), quando o público se acostumou a ver super heróis nos cinemas. Um projeto que sustentou um estúdio, uniu duas das maiores empresas de entretenimento do mundo e moldou o gosto do público (agora tá todo o mundo mal acostumado com as cenas pós-créditos). Depois de vinte e dois filmes, mais uma fase se encerra no Universo Cinemático da Marvel (MCU) e a gente se prepara pro fim de uma era. E pra chorar mais um pouquinho.

Ultimato começa pouco depois do fim de Guerra Infinita e mostra alguns dos heróis restantes tentando lidar com as consequências do estalo de Thanos. Como viver com o fato de que metade das pessoas que você ama não existem mais? Quando não existem corpos pra serem velados nem estrutura emocional pra lidar com tantas perdas de uma vez? Enquanto algumas pessoas tentam seguir em frente, outras são incapazes de se conformar e essa revolta vai dar origem ao plano pra confrontar Thanos de novo.

Resultado de imagem para avengers endgame
 “Algumas pessoas seguem em frente. Nós, não.” (Steve Rogers) 

[Tem pouca coisa que dá pra contar sobre o enredo sem cair na armadilha do spoiler e, lembrando da histeria coletiva que tomou conta das redes sociais nas últimas semanas (que envolveu desde gente publicando detalhes da trama até o filme ser vazado na internet), é importante lembrar o que é spoiler: detalhes do enredo que estragam a experiência de quem assiste. Material de divulgação e informação que tá no trailer não são spoilers.]

Como o capítulo de encerramento do “crossover mais ambicioso de todos os tempos”, Ultimato tem a responsabilidade de criar um bom conflito, encerrar os arcos de alguns personagens e estabelecer o futuro do MCU. Muita coisa pra um filme só. Com um conflito angustiante, o longa consegue cumprir todas as suas funções. Ele encerra os ciclos de alguns personagens de forma satisfatória, que faz sentido e tem um propósito dentro da trama (apesar de fazer a gente chorar). E quem fica no final é quem segue pra próxima fase, os personagens que vão representar o MCU daqui pra frente, o futuro dos filmes de super heróis.

Apesar das minhas expectativas de alguns personagens aparecerem mais no filme, o conjunto funciona muito bem como filme de ação. Com muitas cenas emocionantes e um encerramento lindíssimo. Possivelmente o melhor filme que poderia ter sido feito para terminar esta fase dos Vingadores e do MCU.

Numa escala de um a cinco Doutores Estranhos que viram o fim e não contaram  spoiler, o quanto eu gostei do filme:

Imagem relacionadaImagem relacionadaImagem relacionadaImagem relacionadaImagem relacionada
Comentários
1
Compartilhe
 
imagem-logo
De Tudo um Pouquinho - Copyright © 2016 - Todos os direitos reservados.
Layout e Programação HR Criações