21 dezembro, 2020


[Opinando] Sonhos de uma Leitora


Quanto mais eu leio, mais alguns sonhos vão se fortificando dentro de mim e eu queria compartilhar com vocês.

O primeiro deles é uma série animada de Harry Potter. Imaginem só: uma série com TODOS os detalhes dos livros e mais tudo que J.K. divulgou depois que os livros tinham sido publicados reunidos. Não consigo nem descrever como seria incrível. Mas provavelmente vocês podem me perguntar: "Mas Lay, porque série animada?". Por algumas razões: a primeira é o fato de que já temos as imagens dos atores que interpretaram os personagens nos filmes e não poderiam mais fazer essa série por não terem o perfil (afinal, já são adultos), então seria complicado conquistar os fãs com outros atores e outra razão é que quando envolvemos atores em um projeto do tamanho que este seria, certamente em algum momento iriam trocá-los e todas aquelas coisas que acabam com nossas séries.


Não acham essa uma boa ideia? Bem que nossa querida amiga Netflix poderia assumir este projeto, hein?

Seguindo essa ideia, eu queria muito que As Crônicas de Nárnia tivessem a mesma oportunidade. Os livros são incríveis e, como tentaram fazer os filmes e a bilheteria não obteve tanto sucesso, acredito que essa seria uma alternativa para alcançar os fãs da franquia. Claro que, ao ocntrário dos filmes, que focaram apenas nas histórias protagonizadas pelos irmãos Pevensie, a ideia da série é focar em Nárnia, como nos livros, trazendo as histórias na ordem cronológica e não na ordem de publicação dos livros e, por favor, nada de romancinho de Suzana e Caspian, please! Nada de alterar as histórias.


Outra ideia que fica indo e vindo na minha mente é também uma série de Percy Jackson (que nós já temos três séries em que ele aparece) ou mesmo poderiam pegar as séries do Rick e fazer logo tudo hahahah, seria incrível. 

Certamente há outras histórias que eu gostaria de ver adaptadas, como uma boa leitora, sempre imaginamos isso não é mesmo? Mas quem sabe se a gente pedir bastante em algum momento o universo conspira ao nosso favor? Os Bridgertons estão aí e não me deixam mentir. Vem rodando dia 25 uhuuu.
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15 maio, 2020


[Seriando um Pouquinho] Eu Nunca...


Sinopse: Eu Nunca... retrata a vida moderna e complicada de uma adolescente americana filha de indianos, inspirada em momentos reais da infância da atriz e comediante Mindy Kaling. Devi acabou de levar uma rasteira da vida, mas está decidida a voltar à escola para se livrar de antigos rótulos e se tornar uma garota popular.

Estava passeando pelas estreias da Netflix quando vi esse lançamento, que, além de ser uma comédia, tinha apenas dez episódios e com uma média de 20 minutos cada. Exatamente o que eu precisava.

Eu Nunca... (Ner Have I Ever) traz a história de Devi (Maitreyi Ramakrishnan), uma garota de origem indiana que vive nos Estados Unidos e tenta conciliar as duas culturas no seu dia a dia. No ano anterior a vida de Devi não foi nada fácil; após a morte do pai, Mohan (Sendhil Ramamurthy), uma série de acontecimentos reviraram sua vida, mas agora, um novo ano letivo está começando e ela está decidida a, junto com suas melhores amigas Fabiola (Lee Rodriguez) e Eleanor (Ramona Young), mudar como as pessoas às veem no colégio.


Para começar a deixarem a zona da esquisitice - segundo Devi - , Devi garante que elas precisam de namorados, e já tem em mente os alvos, mas quando Paxton Hall-Yoshida (Darren Barnet), seu crush-mor, passa a fazer uma aula com ela por ter repetido na matéria, Devi muda seu alvo. Mas, como conquistar o melhor partido da escola?

Enquanto faz planos mirabolantes para chamar a atenção de Paxton, Devi precisa lidar com seu arqui-inimigo, Ben (Jaren Lewison), outro nerd da sala com quem compete desde que era criança pelas melhores posições e notas. Para colocar um pouco mais de molho na confusão que Devi vive, sua relação com a mãe e a prima não é das melhores; a mãe, Nalini (Poorna Jagannathan), sempre cobrando o melhor dela e Devi vê em Kamala (Richa Moorjani) uma inimiga, por ser tão perfeita em tudo que faz, o que ganha a atenção da tia. Lidar com o luto, as relações familiares e escolares se mostrará um desafio para Devi, e, enquanto assistia, conseguia perceber na personagem exatamente uma adolescente confusa com seus sentimentos, que acaba errando no caminho e magoando pessoas importantes.


Além de tudo, a série não mostra apenas Devi, aborda também os problemas dos demais personagens e cada um tem o seu momento de brilhar e eu me encantei por cada um deles. Fabiola e sua genialidade tecnológica, Eleanor e seu talento dramático, Ben e sua genialidade e família aparentemente perfeita, Paxton e sua fachada de não se importar com ninguém, Kamala e sua vida perfeita e a rigidez de Nalini. Cada um deles tem seus pontos fortes e fracos e ninguém é superior ou inferior por isso, são apenas humanos tentando encontrar seu caminho.

Ao terminar os dez episódios fiquei absolutamente feliz com o resultado criado por Mindy Kaling e Lang Fisher, mas se eu souber que haverá continuação da série, é certo que voltarei para continuar assistindo e rever esses personagens que se tornaram queridos em tão pouco tempo.


E vocês, já assistiram? O que acharam?
Se ainda não assistiram, o que acham de dar uma chance? A temporada está disponível na Netflix.



Elenco:
Maitreyi Ramakrishnan como Devi Vishwakumar
Ramona Young como Eleanor Wong
Lee Rodriguez como Fabiola Torres
Jaren Lewison como Ben Gross
Darren Barnet como Paxton Hall-Yoshida
Poorna Jagannathan como Nalini Vishwakumar
Richa Moorjani como Kamala
Sendhil Ramamurthy como Mohan Venkatesan
Niecy Nash como Dr. Jamie Ryan
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24 fevereiro, 2017


[Seriando um Pouquinho] Desventuras em Série


Sinopse: Os órfãos Baudelaire são três irmãos muito inteligentes; Violet é a mais velha, Klaus é o irmão do meio e Sunny é a mais nova, com três anos. Quando seus pais morrem, eles passam a morar com diferentes tutores, e o primeiro é Conde Olaf, que irá tentar roubar a enorme herança deixada pelos pais.

Já estamos no clima de carnaval, então eu sugiro que vocês vão curtir a folia ou fazer algo de útil, pois a própria abertura nos diz que é melhor não olhar, é bem melhor não olhar. Cantada por  Neil Patrick Harris, que interpreta o Conde Olaf, canta a canção da abertura da série varia de acordo com os episódios e nos dá uma idéia do que vai acontecer com os órfãos Baudelaire, mas sempre deixando claro que não é aconselhável que nós acompanhemos essa história, pois ela é triste e repleta de desventuras. Aqui está justamente um ponto bom, mas que às veze se torna cansativo. Durante toda a temporada somos orientados a deixar de ver a série “Não assistam, é uma história triste. você encontrará coisa melhor na sua televisão…”. A idéia é legal, entretanto, como isso se repete em todas as aberturas (que são lindas) e o próprio  Lemony Snicket  que ao narrar, aparece diversas vezes na tela, indicando que existe coisa melhor pra fazer, esta brincadeira com o telespectador fica repetitiva e chata.


Particularmente, gostei muito da abertura, a base dela é a  mesma com algumas informações que mudam a cada dois episódios. Além de esteticamente bonita, a música gruda na cabeça, eu passei dias cantando “è melhor não olhar…”


Vamos à trama. A Netflix nos apresenta uma produção muito boa. A série acompanha os infortúnios vividos pelas crianças Baudelaire. Começamos do ponto em que Violet (Malina Weissman), Klaus (Louis Hynes) e Sunny (Presley Smith) perdem os pais em um incêndio que destrói sua casa. A Partir daí, os órfãos são orientados por Sr. Poe (K. Todd Freeman), um homem tolo e de bom coração. Sr. Poe encaminha as crianças para morar com seu parente mais próximo, Conde Olaf (Neil Patrick Harris), nosso vilão.


A cada dois episódios, acompanhamos a história de um livro, Desta maneira, a primeira temporada (que tem 8 episódios) traz os acontecimentos de “Um Mau Começo”, “A Sala dos Répteis”, “O Lago das Sanguessugas” e “Serraria Baixo-Astral”. Assim, o telespectador tem tempo para explorar os acontecimentos de cada livro. A proposta a série é nos transportar para um mundo totalmente fictício, cheio de exageros, com um tom sépia. Isso é realizado com primor. Raros são os momentos em que percebemos cores gritantes. Isso daria um bom estudo de semiótica. Tudo se passa em uma realidade bem fantástica ou fantasiosa, Somos transportados à uma realidade que poderia ser nossa o que nos deixa perdidos no tempo e espaço, já que não dá pra identificar e que época se passam esses infortúnios vividos pelos Baudelaire. Até os cenários e os personagens são, propositalmente, bastante caricatos. Isso nos dá vontade de acompanhar até onde a “cara de pau” da produção pode nos levar.



 

Na primeira adaptação dos livros, Jim Carrey deu vida ao Conde Olaf com um tempo corrido para apresentar os três primeiros livros. Agora, temos tempo para entender melhor a trama, pois cada livro é tratado em cerca de duas horas. Lemony Snicket, narrador da história interpretado por Patrick Warburton é uma surpresa muito boa. Ele brinca com o espectador, dando um tom de humor nas desgraças apresentadas por ele, com um tom pessimista.

Sendo assim, não escute o conselho de não olhar e assista a série. Ela é uma ótima opção de entretenimento.

Elenco:
Neil Patrick Harris como Conde Olaf
Patrick Warburton como Lemony Snicket
Malina Weissman como Violet Baudelaire
Louis Hynes como Klaus Baudelaire
Presley Smith como Sunny Baudelaire
K. Todd Freeman como Sr. Arthur Poe
Dylan Kingwell como Duncan Guagmire / Quigley Guagmire
Joan Cusack como Justice Strauss
Aasif Mandvi como Tio Monty
Alfre Woodard como Tia Josephine
Usman Ally como Homem com mãos de gancho
Catherine O'Hara como Dra. Georgina Orwell
Don Johnson como Senhor, o proprietário da Serraria Alto-Astral.
Catherine O'Hara como Dra. Georgina Orwell
Cobie Smulders como Mãe
Will Arnett como Pai
Sara Canning como Jacquelyn
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23 janeiro, 2017


[Seriando um Pouquinho] Sherlock


Sinopse: O Dr. John Watson (Martin Freeman) precisa de um lugar para morar em Londres. Ele é apresentado ao detetive Sherlock Holmes (Benedict Cumberbatch) e os dois acabam desenvolvendo uma parceria intrigante, na qual a dupla vagará pela capital inglesa solucionando assassinatos e outros crimes brutais. Tudo isso em pleno século XXI. 

Então, esse mês eu fiquei em dúvida sobre o que escrever, pois duas séries estão formigando nos meus dedos, mas preferi dar prioridade a uma história clássica. Quem nunca ouviu falar do detetive Sherlock Holmes? Acredito que muito poucos. Isso porque, não somente é um personagem famoso na literatura, como também ilustra outros tipos de mídia, como cinema e televisão. Vários filmes e séries já trouxeram aos holofotes o personagem criado por Sir Arthur Conan Doyle. Uma destas séries me chamou atenção em particular: Sherlock co-produzida pela BBC (British Broadcasting Corporation) e a WGBH Boston.

Primeiramente, a série, por ser uma produção britânica, traz um charme e a diferencia das produções americanas. Mesmo estando em uma Londres do século XXI, temos o sotaque (quem em sã consciência não acha bonito, charmoso, encantador o sotaque britânico?), o ambiente, os trejeitos dos personagens originais dos livros. Além disso, a série tem um formato diferente. As temporadas são curtas (perfeitas para seriadores que acompanham mil séries). São três episódios de aproximadamente 90 minutos. Temos a sensação de assistir um filme por episódio e uma trilogia por temporada. Isso faz com que os autores não percam tempo criando plots desnecessários para manter temporadas de 13 ou 22 episódios e agrada telespectadores que não precisam acompanhar uma trama quebrada em muitos pedaços.

Impecável, essa é a palavra que posso usar para descrever a produção da série, a trilha sonora, os cortes e os efeitos utilizados nos ajudam a entender como funciona a cabeça de Sherlock Holmes, em diversos momentos somos transportados para o palácio mental de Holmes, para ver como ele faz as conexões dos detalhes e análise dos fatos para chegar a resolução das situações a ele apresentadas.


Não tem como não falar sobre essa série sem dizer o quão foram felizes com a escalação deste elenco. Hoje, não consigo enxergar outro ator para este personagem que não Benedict Cumberbatch. Ele nos traz um Sherlock frio, viciado, amante de tecnologias, muito mais racional do que emocional. ele faz um par perfeito com Martin Freeman e o seu Dr. Watson. A química da dupla é muito boa e funciona muito bem a ponto de alimentar a suposta relação amorosa entre eles, que tanto irrita Watson na série, mas nos diverte. Ambos são muito diferentes, pois isso se completam, formam um verdadeiro casal. Entretanto, temos alguém para atrapalhar esse Bromance. Mary (Amanda Abbington), que surge como par romântico de Watson é uma mulher forte, que também caiu nas graças de Holmes que a admira por sua inteligência. Mary vai ganhando espaços cada vez maiores e importância para a resolução dos casos ao passo que vai tornando mais intensa a sua relação com Watson.



Nesta adaptação, Andrew Scott nos traz um Jim Moriarty completamente insano, é muito difícil o telespectador odiar este vilão, porque sentimos a necessidade dele duelando com Holmes. A atuação de Andrew Scott nos dá a sensação de um vilão necessário, um vilão que consegue, mesmo sendo “do mal”, ganhar a simpatia do público.


Vou parar de rasgar tanta seda e deixar que vocês mesmos tirem suas conclusões ao assistir a série. Já ouvi comentário negativos sobre a série, mas gosto é algo pessoal, não dá pra dizer que eles estão errados ou que eu estou errado, apenas, que eu tenho meus motivos para gostar da série e alguns tem motivos para não gostar. Então, para que vocês escolham um lado (rsrsrsrs) é possível assistir esta série em diversos locais: Na Netflix, Tv Cultura (canal aberto) e Canal Arte 1 (canal fechado). 

Depois de quatro temporadas, nos resta esperar uma possível continuação.

Elenco:
Benedict Cumberbatch - Sherlock Holmes
Martin Freeman - John Watson
Mark Gatiss - Mycroft Holmes
Rupert Graves - Greg Lestrade
Andrew Scott - Jim Moriarty
Una Stubbs - Sra. Hudson
Vinette Robinson - Sally Donovan
Louise Brealey - Molly Hooper
Jonathan Aris - Anderson
Lara Pulver - Irene Adler
Amanda Abbington - Mary Morstan
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21 dezembro, 2016


[Seriando um Pouquinho] Fuller House



Sinopse: Em Fuller House, as aventuras da família Tanner, de Três é Demais, continuam. D.J. Tanner-Fuller (Candace Cameron-Bure) perdeu recentemente o maridoA sua irmã mais nova, Stephanie Tanner (Jodie Sweetin) aspirante a cantora, e sua melhor amiga, mãe divorciada, Kimmy Gibbler (Andrea Barber) – e sua filha adolescente Ramona (Soni Nicole Bringas), todas se mudam para a casa de D.J. para ajudá-la a cuidar dos três filhos dela – o rebelde Jackson (Michael Campion), de 13 anos, o neurótico Max (Elias Harger), de 7 e o bebê Tommy (Dashiell e Fox Messit). Mais tarde, Kimmy reata com o marido Fernando (Juan Pablo Di Pace) que passa a morar e a pertencer aquela família também.



Bem, este mês vamos revisitar o passado em uma produção nova (ou não tão nova, já que ela é de fevereiro de 2016). Quem não se lembra da série que marcou a estreia das gêmeas   Mary-Kate e Ashley Olsen? A série Full house, ou Três é demais, como ficou conhecida no Brasil, foi exibida entre 1987 e 1995 e contava a história de Danny Tanner, um repórter que acaba de ficar viúvo com três filhas para criar. Para ajudar nesta tarefa, Tanner escala o seu cunhado, Jesse Katsopolis (irmão mais novo da falecida esposa) e o seu melhor amigo, Joey Gladstone. os três acabam morando na mesma casa para cuidar das crianças: DJ, Stephanie e Michelle.


Depois de alguns anos (20, para ser mais exato) a Netflix comprou os direitos sobre a série e resolveu fazer um spin-off. Desta vez, DJ Tanner, a filha mais velha e agora uma veterinária, fica viúva e tem três filhos para criar, os adultos que contribuíram para sua criação estão se mudando por motivos diversos e ela se vê sozinha para esta tarefa, até que a irmã do meio, Stephanie, volta de sua turnê pelo mundo e decide morar com a irmã para ajudar na tarefa. além das duas irmãs (as gêmeas Mary-Kate e Ashley Olsen não toparam participar do projeto), a melhor amiga de  DJ, Kimmy Gibbler que está separada do marido e com uma filha para criar resolve ir morar com a amiga. Esta é a nova configuração da Família Tanner.


Parece uma cópia do original, e é. Entretanto, a fórmula ainda funciona, a série é engraçada, com diálogos leves, piadas inteligentes sem medo de brincar com a própria condição de ser uma continuação de um sitcom dos anos 90. O fato das gêmeas Olsen não estarem no elenco é citado de maneira legal e sem se tornar uma “torta de climão”. No episódio inicial da série eles dão uma desculpa para a falta da terceira irmã e termina o episódio com uma cena que homenageia a série original e marca a sua presença com novos personagens fazendo exatamente a mesma coisa que fizeram em 1987.

Para ter idéia, em uma cena Stephane ironiza ao ler a biografia de Ariana Grande e fala sobre como é difícil a vida de crianças artistas, que crescem no mundo da TV. Em outro momento ainda brincam o nome da série no Brasil, quando a casa está cheia de gente “depois vocês achavam que Três é Demais". Agora, em uma realidade onde a internet, as midias digitais, os serviços de stream estão mais populares, tudo isso é usado e pode virar piada, como o fato de ser exibido pelo Netflix e em um episódio Steph conversa com o namorado sobre o desejo de ter um local onde pudessem assistir as coisas sem comercial… eles até pagariam uma mensalidade por isso… não é familiar?!

Por se tratar de uma comédia ingênua, com diálogos meio bobos, algumas pessoas podem achar tudo muito raso, mas isso torna a série mais legal (na minha opinião). A produção é muito preocupada com os detalhes e isso faz diferença na recepção por parte dos telespectadores. O cuidado em fazer um produto leve, sem apelação e ainda assim ser engraçado, mostra a qualidade e o requinte do produto.

Uma coisa que eu gostaria de destacar é o elenco. As três comandantes da famílias são muito boas, conseguem dar o tom certo às piadas e manter a personalidade dos personagens infantis interpretados por elas mesmas. Já na ala masculina, eu não consigo não amar o filho do meio, Max, e o ex-marido/ atual noivo de Kimmy, Fernando. Ambos roubam a cena, principalmente na segunda temporada, quando Fernando se torna um personagem regular, passa a morar na casa dos Tanner e vive em pé de guerra com o pequeno Max.


Durante as duas temporadas já disponíveis na Netflix, a velha guarda aparece em alguns episódios, muito mais na primeira temporada. Acredito que a produção deseje manter esses personagens sempre ao alcance para um possível resgate de audiência ou de essência da trama. Mas acho que o elenco novoa se sustenta e consegue garantir várias temporadas para Fuller House. Além dos adultos da série original, alguns outros personagens vão aparecendo, como o namorado da adolescência de DJ. Há também personagens novos, como Matt Harmon, novo interesse amoroso de DJ.



No mais, acredito que só assistindo para ver, confesso que dessa vez, o texto está carregado de opinião minha. Como Três é demais fez parte da minha infância rever esses personagens e acompanhar o que aconteceu na vida de cada um deles é muito bom. Então, só resta acompanhar.

Elenco:
Candace Cameron Bure - DJ Tanner
Jodie Sweetin - Stephanie Tanner
Andrea Barber - Kimmy Gibbler
Michael Campion - Jackson Tanner-Fuller
Soni Nicole Bringas - Ramona
Elias Harger - Max Tanner-Fuller
Juan Pablo Di Pace - Fernando
Scott Weinger - Steve Hale
John Brotherton - Matt Harmon
Ashley Liao - Lola
Adam Hagenbuch - Jimmy Gibbler
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19 novembro, 2016


[Seriando um Pouquinho] Tut


Sinopse: Série sobre Tutancâmon, ou o Rei Tut (1333 - 1323 AC), o mais jovem Faraó a comandar o Antigo Egito, e cujos famosos sarcófagos de ouro se tornaram um dos maiores símbolos da antiga civilização.

A série O Rei Tut, de 2015 é uma produção exibida pela tv americana e produzida pelos Estados Unidos e Canada, que mistura fatos verídicos e ficção para contar a história de vida de  Tutancâmon, um dos mais famosos faraós do Egito.  Tutancâmon foi o faraó mais novo que conhecemos e o que teve o governo mais curto, cerca de dez anos. Coroado como faraó aos nove anos e falecido aos 19 anos, instiga a curiosidade de muita gente, pois seu túmulo foi encontrado em 1922 quase intacto e com peças de ouro, tecidos, mobília, armas e textos sagrados que revelam muito sobre o Egito de 3 400 anos atrás.


Sua máscara, feita em ouro maciço, é a principal peça do Museu do Cairo. Por ter tido um governo curto, pouco se sabe sobre Tutancâmon. Daí a cultura pop tem um prato cheio para elaborar teorias sobre os acontecimentos da vida (curta, diga-se de passagem) do jovem faraó. Uma maneira de especular sobre é esta série de três episódios.


A série é dirigida por David Von Ancken, de Californication. Utilizando locações no Marrocos, a minissérie recria o Egito dos faraós repleto de intrigas, tramas escusas, conspirações batalhas e jogos de poder, baseado no pouco que se sabe sobre Tutancâmon.

 

 
Particularmente, gosto muito da produção, a fotografia, o figurino são muito ricos, entretanto o elenco deixa um pouco a desejar, o ator canadense Avan Jogia, dá vida ao faraó, fisicamente a escolha foi feliz, no meu imaginário acredito de Tutancâmon tivesse um perfil parecido com ao perfil do ator de Victorious. Mas acredito que a interpretação deixa um pouco a desejar. Isso não prejudica a trama, visto que o elenco inteiro funciona muito bem. O conjunto de atores escolhidos para os papeis equilibram a falta de experiência de alguns e a aparência que agrada ou pode se parecer ao que esperávamos dos nobres do Egito. Ben Kingsley está maravilhoso como o Vizir. Acredito que esta escolha foi perfeita.


 
De acordo com os historiadores, TUT se casa com sua irmã Ankhesenamun, interpretada por Sibylla Deen, uma atriz de rostinho bonito e aparentemente fofa, consegue mostrar o lado egoísta, prepotente e vingativa da princesa. Na série, apesar de não amar a irmã, o jovem faraó tenta sem sucesso ter herdeiros. À sua volta estão pessoas capazes de traições e intrigas para tomar o poder das mãos dele.

A série esta disponível no catálogo da Netflix, então, está aí um facilitador para acompanhar.



Elenco:
Avan Jogia como Tutancâmon;
Ben Kingsley como Ay, o Grande Vizir.
Nonso Anozie como General Horemheb;
Sibylla Deen como Ankhesenamun;
Alexander Siddig como Amun, o Alto Sacerdote;
Kylie Bunbury como Suhad, uma bela e cativante garota de ascendência Mitanni;
Peter Gadiot como Ka, amigo íntimo do Rei Tutancâmon;
Iddo Goldberg como Lagus, um soldado egípcio;
Alistair Toovey como Nahkt, enteado de Ay.
Steve Toussaint como Tushratta, rei de Mitanni.
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25 outubro, 2016


[Seriando um Pouquinho] Pushing Daisies




Sinopse: Ned (Lee Pace) é um jovem confeiteiro com uma habilidade única: ele pode tocar coisas ou pessoas mortas e trazê-las de volta à vida. Ele usa seu poder para trazer de volta sua namoradinha de infância, Chuck (Anna Friel), mas eles não podem nunca mais se tocar, pois o segundo toque mata a pessoa novamente. Com o detetive particular Emerson Cod (Chi McBride), ele também ajuda a resolver crimes, trazendo o falecido de volta à vida para que ele mesmo conte quem foi seu assassino.

Seguindo a sugestão do meu amigo, Tácio Correia, neste mês eu trouxe como sugestão uma série antiga, mas muito legal. Eu sei que como ela é antiga existe um dificultador em assistir, mas estamos vivendo na era da informação, onde podemos encontrar de tudo na internet. Então a sugestão desse mês é a série Pushing Daisies.


A série foi criada por criada por Bryan Fuller, em 2007, e exibida pelo canal americano ABC. Basicamente, trata de um conto de fadas forense. É, na verdade, uma mistura de comédia romântica com série policial. porque a trama se desenvolve a partir do personagem Ned, que descobre quando criança, que tem o poder de trazer pessoas (animais e frutas) de volta à vida. Este poder não é tão bom quanto parece, pois para manter o equilíbrio do universo, se alguém retorna à vida por mais que um minuto, outra pessoa que esteja nas proximidades morre automaticamente. Além disso, Ned descobre que um segundo toque na pessoa ressuscitada provoca novamente a morte do indivíduo, mas agora de maneira definitiva, e ele descobre isso ainda na infância de maneira muito traumática. Acredito que seja melhor que vocês assistam, não quero contar spoiler.



A série é bem divertida e as imagens transmitem  muita vida, é udo muito colorido, alegre,com cores vibrantes. Ned, que é um ótimo cozinheiro, aproveita do seu poder para encrementar suas receitas, pois as torna incríveis e com o supra sumo do sabor (meio redundante). Além disso, ajuda o investigador particular, Emerson Cod a desvendar assassinatos, ressuscitado por exatos 60 segundos as vítimas do crime, para que elas mesmas descrevam como aconteceu. Isso ajuda a manter a contas em dia e vai funcionando bem.


Em meio a tudo isso, Ned se vê na situação de investigar o assassinato de sua namoradinha da infância, Charlotte "Chuck" Charles. Aí o coração fala mais alto e faz com que Ned a deixe viva por mais de 60 segundos, automaticamente o agente funerário morre e ele percebe que não pode tocar nunca mais no amor da sua vida. Nenhum carinho, nenhum toque, nenhum beijo. e aí está o que torna o amor dos protagonistas impossível. Na verdade, nos mostra que o amor está ali, mas eles jamais poderão se tocar. Para complicar um puco mais a trama, uma das funcionárias de Ned, no restaurante é apaixonada por ele.


A série foi cancelada por baixa audiência nos Estados Unidos, mas eu acho ela tão fofa. Acabou tendo duas temporadas que totalizaram 22 episódios. Nove episódios na primeira temporada e 13 episódios na segunda. Isso se deu pois a trama teria uma temporada completa (22 episódios), entretanto, em 2007, os roteiristas americanos entraram em greve. Dessa maneira o canal encerrou a primeira temporada com os episódios já produzidos e os demais foram deixados para uma segunda temporada que foi ao ar em 2008/2009.




Elenco:
Lee Pace ... Ned
Anna Friel ... Charlotte Charles (Chuck)
Chi McBride ... Emerson Cod
Kristin Chenoweth ... Olive Snook
Jim Dale ... Narrador
Ellen Greene ... Vivian Charles
Swoosie Kurtz ... Lily Charles
Field Cate ... Jovem Ned
Sammi Hanratty ... Jovem Chuck
Sy Richardson ... Necroterista
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