12 março, 2021


[Resenha] Damas de Honra - Jane Costello

Ficha Técnica 

Título: Damas de Honra
Título Original: Bridesmaids
Autor: Jane Costello
ISBN: 978-85-01-09188-8
Páginas: 432
Ano: 2012
Tradutor: Ryta Vinagre
Editora: Record
Quando Evie Hart aceita ser dama de honra de sua melhor amiga, ela percebe que isso é o mais perto que conseguirá chegar do altar. Até hoje, aos 27 anos, Evie nunca viveu um grande amor.
E, por ironia do destino, todos a seu redor, inclusive sua própria mãe, estão com os dias de solteiro contados. Ela treme só de pensar nos inúmeros casamentos que tem pela frente! Mas sua fobia de relacionamentos pode ter cura. Um convidado especial, que está sempre presente nas cerimônias, é capaz de fazer com que ela queira ser um pouco mais do que dama de honra. 


Resenha


Depois de ter lido Quase Casados e Corra, Abby, Corra!, chick-lits da Jane Costello publicados aqui no Brasil, fui atrás do que faltava na minha lista. Damas de Honra apresenta a inglesa Evie Hart, repórter de vinte e sete anos que nunca se apaixonou. Para muitos pode ser estranho, mas poderia ser a história da minha vida. ¯\_(ツ)_/¯ 😂 Bem, mas não é o caso, então vamos lá!

A história começa com Evie e suas amigas sendo dama de honra de uma amiga do grupo, Grace, amiga essa que já tem dois filhos e vivia com o homem que será o seu marido nas próximas horas. No altar ela percebe que com certeza é o mais próximo de um casamento que ela chegará, porque ela não consegue ter relacionamentos longos, apenas algumas semanas são suficientes para que ela procure uma rota de fuga que pode ser acionada por qualquer vestígio de compromisso duradouro, mas a verdade é que, por mais que ela saiba que faz isso, ela não gosta do seu modus operandi.  

Agora ela tem uma sequência de casamentos em que será madrinha duas de suas melhores amiga e o da própria mãe, o que, se formos analisar minuciosamente, deve mexer bastante com a cabeça de uma pessoa, certo? Por mais que Evie seja absolutamente diferente da mãe. Mas eis que, já no primeiro casamento Evie conhece um homem que, embora tenha ido a cerimônia acompanhado, despertou seu interesse. 
De repente me ocorre que tenho duas opções. Uma, posso jogar limpo. Posso dizer a Jack que, na verdade, eu sou a pessoa mais desesperadamente disfuncional que ele pode ter conhecido quando se trata de relacionamentos. Nunca me apaixonei. Nunca fiquei com ninguém por mais de três meses. Nunca cheguei perto de ter uma desilusão amorosa.
Ou eu posso inventar.
P. 217
Jack Williamson esteve no casamento de Grace como acompanhante de Valentina, o que fez com que ele perdesse todo o crédito que Evie tenha dado a ele quando o viu pela primeira vez, mas, ao conversar e perceber o quanto ele é diferente da maioria dos homens com quem Valentina se relaciona. Ele é muito inteligente, formado em história pela Oxford e é diretor executivo da ONG Future for Africa. Simmm, isso só a deixou mais interessada. E ao que pareceu, o interesse foi recíproco. 

Ao contrário de Evie, Jack é uma pessoa de relacionamentos longos, mas tendo saído recentemente de um que durou dois anos, tudo que ele não procura é por um novo, mas conhecer Evie pode mudar seu objetivo. 
— Está tudo bem com você? — eu pergunto, percebendo de pronto a pergunta ridícula que fiz. Não foi ele que teve uma briga, e perdeu, com um objeto de uma sex shop. 
— Está, tudo legal — diz ele. 
— Hum, Jack, arrã — eu digo. — Obviamente, não era meu. 
— O que não era seu? — diz ele. 
— Aquele… Aquele… objeto — sussurro. 
— Quer dizer o vibrador? — diz ele 
— Era de Georgia! — apresso-me a dizer. — Ela achou que tinha me dado as algemas, entendeu, e… 
— Algemas? — repete ele. 
Ah, meu pai. 
P. 156 
Com muitos desencontros, afinal a narrativa é completamente feita sob o ponto de vista da Evie, e seguindo os preparativos e as cerimônias de casamento, vamos conhecendo Evie e um pouco de suas amigas, Grace, Charlotte e Valentina e como elas são diferentes, mas também formam um grande time além de perceber que nem sempre conhecemos as pessoas como realmente acreditamos. E claro, também há a coleção de ex-namorados de Evie, que parecem estar em todos os lugares e sempre prontos para lhe causar uma situação constrangedora. 

Com personagens muito próximos da realidade, a relação de amor e ódio é muito intensa em muitas situações, mas a diversão também é garantida, as situações em que Evie se mete são impressionantes e quando achamos que ela não já encontrou o máximo de problemas possível, lá vem um novo. 
Não é só porque não enjoo dele. E sim porque meu coração salta quando vê a nécessaire que ele agora mantém no meu banheiro. Quando acordo numa manhã de domingo e ele sugere passarmos o dia juntos — de novo —, mal consigo me conter. E quando ele me telefona no trabalho e diz que está louco para me ver à noite, é o ponto alto do meu dia.
P. 318

P.S.: Se quiser adicionar esse livro na sua lista de leitura do Skoob basta clicar na capa que você será redirecionado para a página do livro no Skoob. 😉
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04 dezembro, 2020


[Resenha] Corra, Abby, Corra! - Jane Costello


Ficha Técnica 

Título: Corra, Abby, Corra!
Título Original: Girl on the run
Autor: Jane Costello
ISBN: 978-85-01-09731-6
Páginas: 420
Ano: 2015
Tradutor: Ryta Vinagre
Editora: Record
Abby nunca foi de se preocupar com hábitos saudáveis. Aos 28 anos, ela acaba de fundar a própria empresa de web design, e sua rotina parece consumir todo o seu tempo. Ela não tem a menor ideia de quando foi a última vez que deu um beijo apaixonado. E o pior: mal tem tempo para comer, malhar então… nem pensar. Mas quando sua melhor amiga a convida para participar de um clube de corrida, a jovem empresária encontra uma motivação: Oliver, charmoso e bem-sucedido médico que parece estar interessado em suas investidas. Seu primeiro dia de corrida, entretanto, não acaba como imaginou e ela jura que nunca mais vai correr. Até o dia em que sua assistente Heidi revela ser portadora de esclerose múltipla. A partir daí, Abby vê nas corridas uma forma de arrecadar fundos para a pesquisa da cura para a esclerose. Só que ela precisa de muito fôlego para gerenciar a empresa, lidar com sua operadora de seguro para arcar com o prejuízo de um motoqueiro que ela atropelou por acidente, e ainda conquistar o Dr. Sexy. Mas o que Abby não imagina é que pode estar correndo atrás do homem errado…

Resenha


Depois de ter lido este ano o meu primeiro livro da Jane Costello, chegou a hora de apreciar o segundo, Corra, Abby, Corra! que me indicaram em um dos muitos clubes do livro que participei. Além de ser chick-lit (não precisa de muito para me convencer a ler) o título traz um assunto que sempre chamou minha atenção. Mas chegaremos nesse ponto mais para frente.

Abigail Rogers tem 28 anos, mora em Liverpool e há dois anos criou sua empresa de web designer, ou seja, há dois anos sua vida, que já era corrida, se tornou ainda mais, afinal, é necessário estar sempre em busca de novos negócios para que as contas fechem no azul. Tempo para família? Não existe. Tempo para sair e paquerar? Não existe. Tempo para fazer as refeições corretamente e com alimentos balanceados? Nem no sonho. Assim, Abby vive mais no carro do que no escritório ou em casa, também é no carro onde ela faz grande parte de suas refeições, que basicamente se resumem a hambúrgueres, batatas fritas e refrigerantes.  É em uma dessas muitas correrias, a caminho de uma reunião com um possível cliente que Abby atropela um motociclista (lindo de morrer!) em pleno estacionamento, enquanto manobrava para estacionar, comia e recitava sua apresentação. Resumindo: mais uma vez precisaria acionar o seguro, o que certamente levaria a um aumento na próxima renovação da apólice. Para sorte dos dois, não ocorreu nada grave com eles, apenas com a moto. 
Vamos lá, Abby. Só há uma coisa a fazer. Precisa fazer RCP.
ISSO!
Só que não sei fazer ressuscitação cardiopulmonar.
Decido tentar assim mesmo e me esforço para me lembrar de cada fiapo de informação de primeiros socorros que tenho.
(…)
Enfim, tomo uma golfada de ar, fecho os olhos… E colo meus lábios nos dele.
Naquele exato momento percebo que cometi um erro — eu devia ter fechado o nariz dele — e noto outra coisa. Os lábios dele não parecem os de alguém que está inconsciente. E certamente não está morto.
Levo um segundo para entender o porquê — e, quando entendo o que está acontecendo, tenho o maior choque da minha vida. Os lábios dele estão se mexendo. Estão… Ah, meu Deus, estamos nos beijando!
P. 14
Sabendo da agenda cheia de Abby, sua melhor amiga, Jess, decide tentar encontrar o cara certo para a amiga. Foi dessa forma que Abby saiu para jantar com alguns colegas de trabalho de Adam, marido de Jess, e agora está indo jantar na casa da amiga para conhecer Oliver, um médico que faz parte do mesmo clube de corrida que Jess participa. 

As amigas são muito diferentes nesse aspecto; enquanto Jess adora correr, e o faz a anos, Abby é completamente avessa a exercícios físicos, alimentação saudável e para ela é inconcebível as pessoas correm porque gostam (confesso que eu também pensava assim, mas cada vez me convenço mais disso, entretanto, não me vejo fazendo isso ainda, me falta iniciativa…).

A questão é que Oliver é lindo e Abby logo se interessa por ele, mas como ele se mostra muito tímido e a convida para ir a um dos encontros do clube, ela decide ir pelo menos uma vez. Afinal, vai que!? Ao chegar lá Abby acaba tendo outra surpresa: o motociclista que ela atropelou, Tom Bronte, também faz parte do clube. 
Quinze minutos depois, estou tentando não ofegar dramaticamente como se estivesse a segundos da morte, mas parece que meus pulmões foram mergulhados em petróleo e incendiados com um lança-chamas.
P. 54
Claro que, sem qualquer preparo físico, Abby odeia sua primeira experiência com uma corrida, mas tendo a motivação de conquistar o médico gato, por que não insistir? Ela só precisaria ignorar as brincadeiras sem graça de Tom. Mas Abby terá mais um motivo para se exercitar: ao descobrir que Heidi, a primeira de suas funcionárias, foi diagnosticada com esclerose múltipla e que a doença não tem cura, ela decide que participará de uma meia maratona para arrecadar fundos para a pesquisa da doença. 

Se Abby já não tinha tempo, depois dessa decisão tem menos ainda, afinal precisa treinar, fazer as refeições corretamente, conseguir clientes para manter a empresa e ainda precisa visitar possíveis apoiadores para a causa. 

Com o passar das semanas Abby vai ganhando condicionamento físico; sua relação com Tom melhora consideravelmente dado o início que tiveram; mas ela não percebe grandes avanços com Oliver.

Corra, Abby, Corra! é um chick-lit delicioso e tem de tudo: o drama da doença de Heidi, amigos incríveis, romance (seja Abby tentando conquistar Oliver, seja Prya e suas tentativas de entrar em um relacionamento sério, seja Jess e Adam e seu casamento de mais de dez anos anos, sejam os pais de Abby que, ainda que estejam separados há mais de dezesseis anos, não parece ter tido um encerramento claro para uma das partes), um personagem incrível que seria um ótimo namorado para nossa protagonista se ele mesmo não tivesse uma namorada e a superação de seus limites, afinal, o que é Abby correr se não superar os obstáculos que colocou para si mesma?! Quem sabe um dia eu não consigo seguir esse exemplo e explore esse desejo que tenho também?!


P.S.: Se quiser adicionar esse livro na sua lista de leitura do Skoob basta clicar na capa que você será redirecionado para a página do livro no Skoob. 😉 
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27 maio, 2020


[Resenha] Quase Casados - Jane Costello

Ficha Técnica 

Título: Quase Casados
Título Original: The Nearly-Weds
Autor: Jane Costello
ISBN: 978-85-01-09196-3
Páginas: 414
Ano: 2014
Tradutor: Ryta Vinagre
Editora: Record
Para Zoe Moore, o dia de seu casamento foi o mais marcante de sua vida. Ou melhor, o dia em que deveria ter se casado, mas em vez disso, foi largada no altar após sete anos de namoro. Arrasada e disposta a se recuperar, ela decide se mudar de Liverpool para os Estados Unidos e trabalhar como babá. Ao chegar em Boston, ela se depara com a esperta Ruby, prestes a completar 6 anos, o adorável Samuel, que acaba de fazer 3, e o pai deles, Ryan Miller. Seu novo chefe, além de fazer uma bagunça sem precedentes e de ter um mau humor imbatível, é incrivelmente bonito. Depois de um começo um tanto decepcionante, Zoe e Ryan começam a se entender, mas ela está prestes a descobrir que recomeços podem ser mais difíceis do que esperava.

Resenha


Sabe aquele livro que está lá na sua estante há muito tempo e por alguma razão do destino você vai sempre deixando ele para depois? Pois, a ordem das minhas leituras tem muito a ver com o momento que estou vivendo e como me sinto quando toco no livro ou vejo sua capa no Kindle. Me lembro que alguém me indicou esse livro em um dos muitos encontros do Clube do Livro e eu consegui ele numa troca no Skoob em 2017 e percebam que só agora chegou o momento de eu conhecer a escrita da Jane Costello e tenho que concordar com a Cosmopolitan: "Se você é fã de Sophie Kinsella, vai amar Jane Costello."

Zoe Moore tem 28 anos e sempre viveu em Liverpool, um lugar que ama por sua dualidade de ser uma grande cidade, mas, em alguns momentos se parece uma cidade do interior. Ela tinha um emprego que amava e se casaria com seu namorado, cujo relacionamento já durava sete anos. Entretanto, tudo desandou no momento em que ela chegou na igreja e descobriu que Jason não apareceria.

Depois de chafurdar na lama por meses sem ter ao menos um contato com Jason que lhe explicasse o que tinha acontecido, Zoe decide que é o momento de mudar sua vida; não dá mais para ficar na mesma cidade que ele, onde a todo momento encontra alguém que quer conversar com ela sobre o não casamento, inclusive sua mãe. Assim, iniciamos o livro, com Zoe em um avião a caminho dos Estados Unidos, onde irá trabalhar de babá na casa de uma família com muitos recursos e que inclusive a levará nas próximas férias da família nas Bermudas.
Não foi fácil. Precisei de cada grama de força de vontade que tinha para marcar a passagem aérea para Nova York e dizer a mim mesma que eu precisava aceitar que nunca mais o veria. Que eu precisava construir uma nova vida sem ele.
P. 117 
Mas a vida daria sossego para Zoe? Ainda não. Ao chegar ao Estados Unidos ela viu uma mensagem da agência onde estava cadastrada e descobriu que não iria mais trabalhar para a família de Michigan, mas para a Sra. R. Miller, em Hope Falls, próximo de Boston. Esqueça férias nas Bermudas e próprio SUV. Olá família com a mãe solteira que precisará de toda a ajuda possível.

Mas tenho que dizer que a viagem não foi simples e Zoe tem mais um contratempo com sua roupa quase na chegada em Boston e não dá tempo de fazer um milagre. Some a isso o fato de que, não é uma mulher que está segurando a placa com seu nome e sim um homem com duas crianças, que certamente são as crianças que ela cuidará, Ruby e Samuel. Sim. Não é Sra. R. Miller. É Sr. Ryan Miller.

Ryan é viúvo há quase três anos (quase a idade do caçula) e desde a morte de Amy as coisas pioraram consideravelmente. Ele não dá atenção à casa, aos filhos e parece tratar todos com arrogância, o que deixa Zoe perplexa, até porque a realidade que ela estava esperando era de trabalhar em uma casa apenas cuidando das crianças, afinal a família tinha várias empregadas; ali, ela teria que cuidar de tudo, pois ao que parecia a última empregada também não havia aguentado o gênio mau humorado do patrão, assim como a babá. Sem falar que a primeira impressão foi péssima: ser deixada na porta de casa com as crianças e as malas em pelo sábado? Sem ao menos conversar sobre os detalhes do emprego, folgas, atividades, particularidades das crianças.

Sim, tendo que lidar com o pé na bunda que levou e a falta de contato por mais de seis meses, ela precisaria enfrentar esse patrão que não parecia querer uma empregada e sim uma escrava. Pelo menos a conexão com as crianças foi imediata, o que ajudou a atenuar o problema e, quando Zoe soube que ao invés de divorciado, Ryan era viúvo, ela se apegou ainda mais em ajudar as crianças.

Díficil, mas aos poucos Zoe colocou ordem na casa e parecia que Ryan também melhorava com o tempo, mas ainda havia uma outra questão: embora tivesse certeza absoluta de que anda amava Jason - por mais que não devesse - Zoe estava definitivamente atraída por Ryan. Claro que ela sabia que isso era unilateral e não poderia acontecer - nem iria, pois ele era absurdamente lindo e ela vivia se queixando dos quase oito quilos que engordara no período pós-chute na bunda.
Enquanto Ryan me serve outra taça de vinho, ocorre-me o quanto estou gostando de conversar com ele. Ele é muito mais do que um corpo sarado e um par de olhos cintilantes, quando quer. É adorável. É divertido. Tirando a beleza, ele é um dos homens mais carismáticos que já conheci. Me pergunto por que ele não pode ser assim o tempo todo, mas me contenho. Talvez seja bom que não seja assim. Só Deus sabe como eu me comportaria se fosse.
Então me ocorre outra coisa. Eu não pensei em Jason a noite toda.
P. 199
O período de Zoe em Hope Falls a ajuda a se reencontrar e a pensar em outras coisas que não ligar para Jason insistentemente até ele lhe dar uma explicação para o que houve. E tudo isso graças a Ryan, Ruby, Samuel e suas novas amigas, também babás inglesas da mesma agência.

Quase Casados é um livro divertido bem ao estilo chick-lit. Zoe paga alguns micos homéricos que nos faz gargalhar com toda vontade, mas também comete alguns erros que vou te contar, viu, queria voar no livro e dar na cara dela para aprender e deixar de ser burra, mas enfim, não dá para acertar sempre, não é mesmo?

Uma boa pedida, principalmente neste período em que precisamos de todos os risos possíveis, concordam?

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P.S.: Se quiser adicionar esse livro na sua lista de leitura do Skoob basta clicar na capa que você será redirecionado para a página do livro no Skoob. 😉
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