Hello guys, are you ok?
Acredito que a maioria de vocês que leem esse blog são amantes da leitura, não é verdade? Pois então, vocês já pararam para pensar em como se tornaram leitores? Em como isso mudou a vida de vocês?
Eu me recordo que sempre que viajava com minha mãe e minha irmã para a casa da minha avó no interior, minha mãe comprava alguma revista em quadrinho na rodoviária para que eu ficasse quieta na viagem e não fosse conversando com minha irmã (que sempre ficava enjoada nessas viagens). Assim, eu adorava viajar para poder ganhar uma revistinha nova.Também me lembro que, quando estava terminando o ensino fundamental, mudei para uma escola que tinha como parte da grade curricular a leitura de livros paradidáticos. Não lembro de todos, mas alguns ficaram na minha memória: O Mistério do Caderninho Preto, Coração de Vidro, Canção para Débora e A Hora do Amor. O que eu quero dizer com isso? Simples. Não eram livros clássicos, com escrita rebuscada e escrito para adultos. Acredito que a diferença está nesse ponto.
Com o passar dos anos, o gosto pela leitura só foi aumentando, fazendo com que eu fizesse um cadastro na biblioteca da cidade para ter acesso a mais livros e o horizonte se ampliou, me permitindo conhecer outros autores, outras histórias, outros mundos.
Ler faz parte da minha vida e, como sinto prazer com isso! Quando terminei a faculdade, pude me dedicar novamente a essa atividade tão gostosa e fui ampliando meu ritmo de leitura, pegando livros emprestados para ler, descobrindo o que eu gostava e também o que não me agradava.No início do ano estava conversando com uma colega de trabalho e ela mencionou que adorava o fato de me ver sempre nas horas vagas lendo um livro, que queria ter esse hábito e eu lhe respondi que para mim isso era natural porque eu havia descoberto qual era o tipo de história que me agradava e que ela só precisava descobrir o dela também e tirar um tempo para essa atividade. Há dois meses, ela me parou no corredor da empresa e me falou que agora estava lendo todos os dias, mas que não eram livros como os meus, com uma história e sim livros de PNL. Vou repetir aqui o mesmo que disse para ela: não existe livro certo e livro errado, nem um livro melhor que o outro, existe apenas o livro que te agrada. A gente vive uma realidade em que a maioria das pessoas, embora reconheçam a importância da leitura, não leem. Logo, é um desserviço fazer essa distinção.
Assim como a leitura ganhou importância na minha vida durante a infância, acredito que essa é a melhor fase para despertar o interesse pela leitura. Se uma criança é incentivada desde cedo com a escuta de histórias e, posteriormente, a ler os livros, desenvolverá o hábito e descobrirá o prazer da leitura. Por isso, desde que passei a frequentar as bienais do Rio e de São Paulo, compro livros para as minhas primas para incentivá-las a conhecer esse mundo fantástico.
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| Exposição "Olá, Mauricio!" no Centro Cultural FIESP, na Avenida Paulista, até 15/12/2019 |
Agora eu convido vocês para refletirem sobre isso. Como começaram a gostar de ler? Vocês já incentivaram alguém a ler? Como se sentiram com isso? Não deixem de me contar, certo?









































