02 março, 2013
[Você Sabia?] O Segredo da Identidade Secreta do Super Homem
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Você Sabia?
Eu tinha essa curiosidade, não vou negar que sempre achei a Louis e todos que trabalhavam com o Clark uns lerdos, mas eu nunca li as histórias em quadrinho e nos desenhos, até onde eu me lembro, eles nunca explicaram isso, então quando minha irmã me mostrou isso eu senti a necessidade de compartilhar com vocês também. O link de onde tirei essa informação é esse aqui, no Blog Fail Wars.


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11 fevereiro, 2013
[Você Sabia?] Por que a Mônica não tem sapatos?
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Galera, sempre tive essa dúvida e quando vi a crônica do Mauricio no Facebook senti a necessidade de compartilhar com o maior número de pessoas possível.

Porque eu não tinha tempo para desenhá-los.
Uma pergunta direta, uma explicação verdadeira e poderíamos terminar por aqui.
Mas ainda sobrariam algumas dúvidas que acho bom tentar esclarecer, em homenagem e respeito aos leitores.
Lá no começo, bem no comecinho da minha carreira de desenhista, os personagens vinham nascendo com grande dificuldade.
Eu ainda não dominava nem ritmo, nem traço. Os roteiros nasciam de sinopses trabalhosamente repetidas, re-ajeitadas, até me indicarem um caminho com começo, meio e fim.
Daí vinha a difícil tarefa de "vestir" o roteiro com desenhos onde o mais complicado era manter os personagens parecidos, quadrinho após quadrinho. O lápis funcionava bastante mas a borracha trabalhava muito mais. Só depois da definição dos traços é que chegava a hora igualmente trabalhosa, mas monótona, de usar a tinta nanquim nos personagens, cenários, letras, balões... e finalmente a limpeza, com muita borracha, de novo. E aqui ou ali, uma raspada de gilete num traço mal feito. O papel grosso, alemão, da marca "schöeller" agüentava muitas refações. Ainda bem.
E mais um detalhe a ser confessado aqui: eu usava caneta para arte-final com nanquim. Ao contrário dos meus "colegas" de outros traços, que conseguiam suas maravilhas com pincel.
Eu bem que tentei, mas o tipo de desenho que nascia do meu pincel não era o que eu gostava. Preferia o traço firme, forte, das penas com bico redondo. A tinta vinha com a energia e a velocidade que eu precisava.
Tempo era fator de sobrevivência, naquelas circunstâncias.
E se os primeiros personagens, de tanto serem refeitos, podiam se dar ao luxo de contar com maior número de detalhes, os que viriam depois nasciam já enxutos, quase que como desenhos pedagógicos. Mas era o que dava pra eu fazer. Não tinha auxiliares, trabalhava sozinho em roteiro, desenho e tinha que manter três tiras diárias na Folha.
Quem analisar a cronologia do "nascimento" dos personagens, vai verificar que o primogênito Franjinha veio com roupinhas bem transadas, sapatos, meias, calça pintada de preto e até cuidadosos "pingos" de nanquim para indicar a característica franja.
O Bidu, nascido na mesma época, também tinha seus detalhezinhos acurados, do mesmo modo que o Cebolinha, personagem secundário na série "Bidu e Franjinha".
O Cebolinha até que tinha mais cabelos no começo. Mas daí o tempo começou a correr muito rápido, "comendo" cada vez mais histórias. Enquanto que os roteiros pediam novos personagens.
Então separei o Cebolinha numa série independente, cortei muitos dos seus cabelos e fui buscar o Cascão para lhe fazer companhia.
E o pobre do Cascão, prejudicado pela minha falta de tempo, "nasceu" sem sapatos.
Não dava tempo de ficar desenhando sapatinho, meias, nada, na minha produção angustiante.
Não dava tempo de desenhar nem os dedinhos dos pés.
Os personagens secundários que iam chegando, "sofriam" do mesmo tratamento.
Foi assim com a Mônica e depois com a Magali.
E não dava para tirar os sapatos dos que já tinham.
O público já se acostumara com eles daquele jeito.
O Chico Bento também já havia nascido em outro jornal (Diário da Noite), ainda na época do detalhamento. Por isso não tem sapatos mas pelo menos tem aqueles dedões nos pés.
Com o passar do tempo, o sucesso dos personagens e a possibilidade de montar uma boa equipe de artistas para me auxiliar, veio a possibilidade de criar personagens mais "requintados" em detalhes.
Mas... como alterar figuras, traços, desenhos dos personagens já existentes que conquistaram o público mesmo sem sapatos?
Ficaram assim.
Não diz uma velha história que o homem feliz não tinha camisa?...
Porque eu não tinha tempo para desenhá-los.
Uma pergunta direta, uma explicação verdadeira e poderíamos terminar por aqui.
Mas ainda sobrariam algumas dúvidas que acho bom tentar esclarecer, em homenagem e respeito aos leitores.
Lá no começo, bem no comecinho da minha carreira de desenhista, os personagens vinham nascendo com grande dificuldade.
Eu ainda não dominava nem ritmo, nem traço. Os roteiros nasciam de sinopses trabalhosamente repetidas, re-ajeitadas, até me indicarem um caminho com começo, meio e fim.
Daí vinha a difícil tarefa de "vestir" o roteiro com desenhos onde o mais complicado era manter os personagens parecidos, quadrinho após quadrinho. O lápis funcionava bastante mas a borracha trabalhava muito mais. Só depois da definição dos traços é que chegava a hora igualmente trabalhosa, mas monótona, de usar a tinta nanquim nos personagens, cenários, letras, balões... e finalmente a limpeza, com muita borracha, de novo. E aqui ou ali, uma raspada de gilete num traço mal feito. O papel grosso, alemão, da marca "schöeller" agüentava muitas refações. Ainda bem.
E mais um detalhe a ser confessado aqui: eu usava caneta para arte-final com nanquim. Ao contrário dos meus "colegas" de outros traços, que conseguiam suas maravilhas com pincel.
Eu bem que tentei, mas o tipo de desenho que nascia do meu pincel não era o que eu gostava. Preferia o traço firme, forte, das penas com bico redondo. A tinta vinha com a energia e a velocidade que eu precisava.
Tempo era fator de sobrevivência, naquelas circunstâncias.
E se os primeiros personagens, de tanto serem refeitos, podiam se dar ao luxo de contar com maior número de detalhes, os que viriam depois nasciam já enxutos, quase que como desenhos pedagógicos. Mas era o que dava pra eu fazer. Não tinha auxiliares, trabalhava sozinho em roteiro, desenho e tinha que manter três tiras diárias na Folha.
Quem analisar a cronologia do "nascimento" dos personagens, vai verificar que o primogênito Franjinha veio com roupinhas bem transadas, sapatos, meias, calça pintada de preto e até cuidadosos "pingos" de nanquim para indicar a característica franja.
O Bidu, nascido na mesma época, também tinha seus detalhezinhos acurados, do mesmo modo que o Cebolinha, personagem secundário na série "Bidu e Franjinha".
O Cebolinha até que tinha mais cabelos no começo. Mas daí o tempo começou a correr muito rápido, "comendo" cada vez mais histórias. Enquanto que os roteiros pediam novos personagens.
Então separei o Cebolinha numa série independente, cortei muitos dos seus cabelos e fui buscar o Cascão para lhe fazer companhia.
E o pobre do Cascão, prejudicado pela minha falta de tempo, "nasceu" sem sapatos.
Não dava tempo de ficar desenhando sapatinho, meias, nada, na minha produção angustiante.
Não dava tempo de desenhar nem os dedinhos dos pés.
Os personagens secundários que iam chegando, "sofriam" do mesmo tratamento.
Foi assim com a Mônica e depois com a Magali.
E não dava para tirar os sapatos dos que já tinham.
O público já se acostumara com eles daquele jeito.
O Chico Bento também já havia nascido em outro jornal (Diário da Noite), ainda na época do detalhamento. Por isso não tem sapatos mas pelo menos tem aqueles dedões nos pés.
Com o passar do tempo, o sucesso dos personagens e a possibilidade de montar uma boa equipe de artistas para me auxiliar, veio a possibilidade de criar personagens mais "requintados" em detalhes.
Mas... como alterar figuras, traços, desenhos dos personagens já existentes que conquistaram o público mesmo sem sapatos?
Ficaram assim.
Não diz uma velha história que o homem feliz não tinha camisa?...
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12 setembro, 2012
[Você Sabia?] Títulos de Nobreza
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Você Sabia?
Lendo alguns romances históricos, sempre nos deparamos com vários títulos de nobreza, mas eis que surge a dúvida, quem é mais que quem?? E nunca me lembrava, então, pesquisando na internet, eis que achei a hierarquia dos títulos de nobreza.
DUQUE – É o mais elevado título de nobreza nas principais monarquias ocidentais, abaixo apenas de príncipe – normalmente o filho da família reinante – e tem origem no Império Romano, cujos comandantes militares recebiam o nome de dux, palavra latina que significa aquele que conduz, o que vai à frente, o pastor. O primeiro duque de que se tem notícia foi o de Castellanos, no século XII. Entre os povos antigos, o duque era merecedor de honrarias como se fosse parente do rei. Na Rússia havia o título de grão-duque, entre o duque e o czar, e na Áustria a mesma distinção foi instituída com o título de arquiduque.
MARQUÊS – Na hierarquia da nobreza, é inferior somente ao duque. Seu nome vem do provençal, dialeto medieval falado no sul da França. Ali se chamava originalmente de marquês o intendente de fronteira – também chamado de “governador de marca”. Marcas eram distritos localizados em zonas de proteção nas regiões fronteiriças ou não-pacificadas. Aí, o marquês tinha amplos poderes e respondia pela administração civil e pela defesa militar. Ou seja, era o senhor de terras fronteiriças.
CONDE – Na Roma Antiga, o vocábulo latino comes, comitis, aquele que acompanha – que deu origem à palavra “comitiva” – se referia à aqueles que viviam na órbita direta do imperador, seus assessores e oficiais palacianos. Compunham o conselho particular do monarca e o acompanhavam em viagens e negócios, quando exerciam função adjunta e poderes delegados pelo soberano. O valete, conhecido nas cartas do baralho, é o mesmo que conde.
VISCONDE – O mesmo que vice-conde, do latim vice comitis, ou seja, o substituto do conde, designado para desempenhar suas funções quando ele estivesse impedido ou ausente – na realidade, o funcionário que substituía o conde na administração do condado. A partir do século X, o título passou a ser outorgado também aos filhos dos condes.
BARÃO – Título imediatamente inferior ao de visconde, o berço dessa palavra se encontra no germânico baro, que, originalmente significava homem livre, embora os oficiais assim chamados fossem dependentes diretos do rei. O título era concedido a pessoas de destaque na comunidade pelo seu bem-sucedido desempenho profissional. No Império Romano, era um cargo administrativo cujo ocupante se incumbia da fiscalização dos prefeitos que atuavam nas redondezas da capital romana. O título foi criado pelo imperador Adriano para premiar soldados e administradores que se destacavam em suas atribuições, mas que não tinham direito a assento na alta nobreza de Roma.
Curioso, não? Pois então, olha a internet nos trazendo mais informações, espero que tenha ajudado vocês, pois me ajudaram bastante!!
Beijinhos!!!!
DUQUE – É o mais elevado título de nobreza nas principais monarquias ocidentais, abaixo apenas de príncipe – normalmente o filho da família reinante – e tem origem no Império Romano, cujos comandantes militares recebiam o nome de dux, palavra latina que significa aquele que conduz, o que vai à frente, o pastor. O primeiro duque de que se tem notícia foi o de Castellanos, no século XII. Entre os povos antigos, o duque era merecedor de honrarias como se fosse parente do rei. Na Rússia havia o título de grão-duque, entre o duque e o czar, e na Áustria a mesma distinção foi instituída com o título de arquiduque.
MARQUÊS – Na hierarquia da nobreza, é inferior somente ao duque. Seu nome vem do provençal, dialeto medieval falado no sul da França. Ali se chamava originalmente de marquês o intendente de fronteira – também chamado de “governador de marca”. Marcas eram distritos localizados em zonas de proteção nas regiões fronteiriças ou não-pacificadas. Aí, o marquês tinha amplos poderes e respondia pela administração civil e pela defesa militar. Ou seja, era o senhor de terras fronteiriças.
CONDE – Na Roma Antiga, o vocábulo latino comes, comitis, aquele que acompanha – que deu origem à palavra “comitiva” – se referia à aqueles que viviam na órbita direta do imperador, seus assessores e oficiais palacianos. Compunham o conselho particular do monarca e o acompanhavam em viagens e negócios, quando exerciam função adjunta e poderes delegados pelo soberano. O valete, conhecido nas cartas do baralho, é o mesmo que conde.
VISCONDE – O mesmo que vice-conde, do latim vice comitis, ou seja, o substituto do conde, designado para desempenhar suas funções quando ele estivesse impedido ou ausente – na realidade, o funcionário que substituía o conde na administração do condado. A partir do século X, o título passou a ser outorgado também aos filhos dos condes.
BARÃO – Título imediatamente inferior ao de visconde, o berço dessa palavra se encontra no germânico baro, que, originalmente significava homem livre, embora os oficiais assim chamados fossem dependentes diretos do rei. O título era concedido a pessoas de destaque na comunidade pelo seu bem-sucedido desempenho profissional. No Império Romano, era um cargo administrativo cujo ocupante se incumbia da fiscalização dos prefeitos que atuavam nas redondezas da capital romana. O título foi criado pelo imperador Adriano para premiar soldados e administradores que se destacavam em suas atribuições, mas que não tinham direito a assento na alta nobreza de Roma.
Curioso, não? Pois então, olha a internet nos trazendo mais informações, espero que tenha ajudado vocês, pois me ajudaram bastante!!
Beijinhos!!!!
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